Dr. Sandro Cerbino
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Endocrinologia

Emagrecimento

A obesidade, definida como um Índice de Massa Corpórea (IMC) maior ou igual a 30kg/m², é uma doença crônica de difícil tratamento, cuja a prevalência vem aumentando em proporções epidêmicas nas ultimas 4 décadas.

 

A presença de sobrepeso (IMC de 25 a 29,9 kg/m²) ou, sobretudo, da obesidade implica elevada morbimortalidade, uma vez que favorece a ocorrência de várias condições mórbidas tais como diabetes mellitus tipo 2, dislipidemia, hipertensão arterial, doenças cardiovasculares, artropatia degenerativa, vários tipos de câncer (mama, figado, colon, colo uterino, próstata), apneia do sono. Em geral, quanto maior o IMC, maior o risco dessas comorbidades.

 

Como isso, torna-se imprescindível o desenvolvimento de novas estratégicas para a prevenção da obesidade, bem como a criação de métodos seguros e eficazes que promovam perda de peso e manutenção a longo prazo. Estudos mostram que, mesmo uma perda de peso pequena de 5 a 10 % do peso corporal, com isso esta associada a melhora do perfil de risco cardiovascular e uma menor incidência de Diabetes.

 

Entre as diferentes estratégicas, cientificamente validadas, utilizadas no tratamento da obesidade, destacam-se modificação de hábitos alimentares, prática de atividades física, terapias comportamentais, medicamentos e cirurgia bariátrica. A escolha entre opções está relacionada, principalmente, com a avaliação do risco individual da obesidade para o paciente e os possíveis efeitos adversos do tratamento proposto.

 

A mudança de estilo de vida é base de todo tratamento da obesidade, seja ele farmacológico ou não farmacológico. Felizmente, o tratamento farmacológico da obesidade, baseado em evidências clinicas consistentes, oriundas, principalmente, de grandes estudos multicêntricos, já esta bem fundamentado. Assim, deve ser recomendado de acordo com uma avaliação criteriosa de eficácia, segura e SEMPRE FEITA POR UM MÉDICO.

Body Building – Hipertrofia Muscular

Seu conceito técnico e fisiológico está ligado ao aumento na secção transversa do músculo, no aumento do tamanho e no número de filamentos de actina e miosina e na adição de sarcômeros dentro das fibras musculares já existentes. Esta, também, tem sido apontada como uma das principais adaptações da musculatura esquelética diante do treinamento de força. Porém, dentro de um treinamento específico, para que aconteça esse processo, é necessário que muitos fatores estejam envolvidos. Dentre os primeiros podemos colocar: idade, sexo, genética, nível hormonal (testosterona entre outros) circulante e qualidade de vida; ou seja, inicialmente hipertrofiar a musculatura pode ser muito mais fácil para quem possui alguns desses fatores a seu favor, o que não impede as pessoas que não tem isso como favorecimento, de conquistar músculos mais bem desenvolvidos.

 

Para tanto, quem deseja atingir a melhoria de sua musculatura esquelética (músculos como peitoral, bíceps, dorsais, etc.) deve treinar com esse objetivo específico e ainda obedecer outros fatores. O que o treinamento faz é uma degradação das fibras musculares, esse treinamento deve ser resistido, ou seja, deve gerar um alto nível de tensão para as fibras musculares a fim de causar uma adaptação vinculada a degradação muscular. Quando você estimula uma musculatura, está quebrando as ligações internas desse local. Isso gerará uma inflamação (micro lesão) local. No entanto, após o treino, essa condição vai se invertendo até que começa a acontecer a síntese protética. Essa síntese é o preenchimento dos locais degradados com proteínas específicas localizados na corrente sanguínea. Esse é o processo que provocará o aumento das mio fibrilas, consequentemente o aumento da musculatura.

 

A inversão da degradação para a síntese protética começa a ocorrer logo após o fim do treino e costuma permanecer durante 48 horas. Nesse período a síntese supera, gradativamente, a degradação. Isso justifica a observação que não se deve treinar o mesmo grupo muscular em menos de 48 horas (quando o treino for de hipertrofia). Esses processos são bastantes específicos devido à ação de alguns hormônios ligados a essa degradação e síntese protética.

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